Los asaltos de la agroindustria y el capital monopolista contra las vidas de lxs campesinxs y lxs pobres se enfrentan con resistencia en todo el mundo, desde la India hasta Brasil y Sudáfrica. El impacto de lo que el periodista indio P. Sainath llama la “la toma de control corporativa de la agricultura” ha destruido las vidas de millones de campesinxs en todo el mundo; sólo en la India, más de 300.000 se han suicidado a causa de la crisis agraria provocada por estas políticas. Los movimientos organizados de lxs pobres y campesinxs se enfrentan a este asalto con valentía y determinación. A principios de este año, 50.000 campesinxs llegaron a la capital financiera de la India, Mumbai, donde obligaron al gobierno de derecha a satisfacer algunas de sus demandas. En Sudáfrica, los habitantes de barracas luchan por construir confianza en la población respecto de su lucha contra un sistema inhumano. En Argentina, los movimientos populares luchan contra el endeudamiento emprendido por el presidente Macri junto al FMI, que amenaza su capacidad actual y futura para impulsar políticas públicas soberanas.

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Nas Ruínas do Presente é apresentado os desafios que são postos pela globalização e o que estes desafios produzem em nossa sociedade. A primeira tentativa de resolver os problemas da globalização foi o neoliberalismo. Falhou. Em seguida veio o populismo cruel, que se expressa em termos estreitos e odiosos. Ele também falhará. A esquerda está fraca – diluída pela globalização. A necessidade do momento é a recomposição da esquerda, para que se torne uma força vital para uma humanidade frágil.

Globalização e sua alternativa expõe a avaliação de Samir Amin do conceito de globalização, bem como seu conceito de “desvinculação”; isto é, para o Terceiro Mundo forçar o imperialismo a aceitar suas condições e a ser capaz de conduzir sua própria política. A perspectiva de Amin nos ajuda a entender a atual crise do capitalismo e a imaginar um mundo baseado em uma agenda do povo, multipolar e internacionalista, ao invés de um mundo impulsionado pelo capital global.

Por seis meses, a Argentina vem sofrendo com uma nova crise econômica e social de larga escala. Em uma conjuntura de desvalorização da moeda local, crescente inflação e uma profunda recessão, a administração de Macri fechou um acordo com o FMI, marcando uma importante mudança para o futuro do país. O acordo corta gastos públicos e priorizam o pagamento da dívida, entre outras medidas. Este dossiê examina as diferentes dimensões da crise, as disputas abertas e as possibilidades para o futuro imediato.