O futuro não é o que virá amanhã, o tempo do calendário. É quando nossa jornada humana rompe com o realismo capitalista e entra em uma estrutura que nos permite resolver plenamente os dilemas humanos.
Os efeitos das mudanças climáticas são sentidos desproporcionalmente pela classe trabalhadora, com bilhões de pessoas forçadas a trabalhar em condições de calor excessivo.
Nos últimos 15 anos, o termo populismo tem sido amplamente utilizado para se referir a forças políticas que parecem desafiar o consenso neoliberal. Mas será que estas forças representam verdadeiramente uma ruptura com o neoliberalismo?