O povo palestino continua resistindo à ocupação e ao genocídio de Israel, transformando a arte e a cultura em espaços de memória, dignidade e esperança.
Contra uma ofensiva genocida sionista que já dura décadas, o povo palestino utiliza a arte e a cultura para resistir ao apagamento, testemunhar e imaginar um futuro de liberdade.
O dia 7 de outubro de 2025 marcará dois anos do início do genocídio israelense em Gaza. Pelo menos 66 mil palestinos foram mortos em Gaza durante esse período – 30 a cada 1.000 pessoas.
As ações de Israel na Cisjordânia – incluindo a negação de serviços básicos, deslocamento forçado, assassinatos em massa, encarceramento e a destruição de infraestrutura – são parte de sua política genocida.
O genocídio apoiado pelos EUA em Gaza levou a uma grande redução na expectativa de vida da população. Mesmo que o cessar-fogo permita que ajuda entre em Gaza, essa profunda queda levará gerações para ser…
Da Palestina ao Sudão, as guerras imperialistas estão destruindo as vidas de crianças inocentes, deixando feridas físicas e psicológicas de longo prazo naquelas que sobrevivem.
Após um ano marcado pelo genocídio e pelo conflito, damos as boas-vindas ao novo ano com luta; que ele nos aproxime de um mundo socialista no qual os sonhos da humanidade possam finalmente despertar.
Enquanto o Tribunal Penal Internacional finalmente emite mandados de prisão para os líderes israelenses Netanyahu e Gallant, os Estados Unidos confirmam que não têm respeito pelo direito internacional ou por uma ordem genuinamente baseada em…
Na espiral dialética da cultura, poemas, canções e histórias nos inspiram a agir e a descrever nossas ações, o que por sua vez inspira outros a fazerem o mesmo.
Uma importante luta ocorre em Kanaky (Nova Caledônia) entre povos originários e as autoridades coloniais francesas. No pano de fundo está a intensificação da militarização do Pacífico, liderada pelos EUA.
A militarização do Pacífico liderada pelos EUA, e cujo alvo é a China, se intensifica. Os exercícios militares Rimpac em curso contam com 25 mil militares de 29 países.
Desafiando a Corte Internacional de Justiça, Israel continua bombardeando Gaza. Tal como os Estados Unidos, Israel se recusa a respeitar o direito internacional, expondo a hipocrisia da “ordem internacional baseada em regras”.